
Pensando bem, são poucas as pessoas que conhecem o meu eu-sensível, romântico, meigo, fofo, a maioria só conhece o meu eu-engraçado, bruto, sarcástico, irônico. Muitos sabem que eu gosto de ser o amigo, que ajuda,e aquele que gosta de ver os outros sorrindo, mas poucos sabem que quando se trata de mim, da minha dor, da minha agonia, eu prefiro guardar só para o meu eu-fechado. Poucos sabem das minhas eternas contradições, pois sou tudo aquilo de cético que eles vêem sem perder o posto de sonhador…
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