quinta-feira, 28 de março de 2013


No amor, não existe as pessoas certas, existe pessoas que lutam para da certo.

A gente briga porque a gente se ama, ou a gente se ama porque a gente briga?

terça-feira, 26 de março de 2013

" Escrevo por um único motivo: “O papel tem mais paciência do que as pessoas. "


Meu maior medo é terminar minha vida só. Meu maior medo é acabar conversando com as paredes por falta de pessoas. Meu maior medo é dormir com minha televisão me fazendo companhia e acordar com ela chiando e me lembrando que estou só. Tenho medo de falecer com tanto ódio e rancor no coração. Meu maior medo é não conseguir conceder perdão a quem me magoou. Meu maior medo é desaparecer e não ter ninguém para me achar. Meu maior medo é acabar sentada em uma cadeira de balanço, recebendo comida na boca de um desconhecido, em um asilo e não ter nenhum visitante. Meu maior medo é me afogar nas minhas mágoas e não ter ninguém para ouvir minhas lamentações. Meu maior medo é que todo o amor que eu tenho aqui no peito, não seja compartilhado com ninguém. Meu maior medo é não ter ninguém pra chamar de meu. Meu maior medo é não ter alguém que diga que tudo vai ficar bem, mesmo sendo mentira. Meu maior medo é que nem mesmo a solidão me faça companhia.

 De todas as lições que a vida pode nos ensinar, esperar pode ser uma das piores. Porque é tão doloroso ansiar por algo e vê-lo distante. Porque o tempo passa tão devagar quando se sente saudade. Porque perdoar e ser perdoado pode levar tempo. Porque os nossos sonhos muitas vezes parecem tão distantes e impossíveis de serem alcançados. Porque um dia ruim pode parecer interminável. Porque ás vezes, o que nos resta é esperar. Esperar que o tempo resolva aquilo que nos não podemos. Cicatrizar aquelas feridas para as quais não temos o remédio. Esperar que essa sensação de impotência seja esquecida, ou ao menos amortecida por leves distrações. Esperar que os erros virem sábias experiências. Esperar que a felicidade entre em nossa vida, e que não seja mais uma vez, passageira.

quarta-feira, 20 de março de 2013


Você não pode me ligar e dizer que sente minha falta. Eu não quero ter esse tipo de conversa pelo telefone. Você não pode me enviar mensagens, nem emails, nem deixar recados no meu facebook. Se você sente mesmo minha falta, precisa crescer, botar o pé no caminho e vir aqui me ver.
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 De todas as lições que a vida pode nos ensinar, esperar pode ser uma das piores. Porque é tão doloroso ansiar por algo e vê-lo distante. Porque o tempo passa tão devagar quando se sente saudade. Porque perdoar e ser perdoado pode levar tempo. Porque os nossos sonhos muitas vezes parecem tão distantes e impossíveis de serem alcançados. Porque um dia ruim pode parecer interminável. Porque ás vezes, o que nos resta é esperar. Esperar que o tempo resolva aquilo que nos não podemos. Cicatrizar aquelas feridas para as quais não temos o remédio. Esperar que essa sensação de impotência seja esquecida, ou ao menos amortecida por leves distrações. Esperar que os erros virem sábias experiências. Esperar que a felicidade entre em nossa vida, e que não seja mais uma vez, passageira.

Não trate com “awn” quem te trata com “hm”.


Todo mundo tem suas manias, eu tenho as minhas. Mania de mexer no cabelo de 5 em 5 minutos, falar alto, encarar quem me olha demais. Mania de pensar demais em você, de acreditar em horas iguais, de ficar imaginando as coisas antes de dormir, mania de rir por bobeira e chorar de nervoso, mania de escutar uma música e ficar me imaginando nela, mania de mudar de humor constantemente, mania de ver minha vida como se fosse um filme - como se ainda fosse ter um final feliz -, mania de ter medo de tudo, de falar o que eu sinto e de te perder. Mania de pensar no que já fiz e repetir tudo, mesmo que me arrependa.
 

quinta-feira, 14 de março de 2013


Os casais bonitos são aqueles que acima de namorados, são amigos. Brincam, brigam, tiram sarro um do outro, se mordem, beliscam, mas se amam de um jeito que nenhuma pessoa do mundo consegue duvidar. Amor não é só beijos e amassos. Amor é cuidado, amor é carinho, amor também é amizade.

Eu sou volúvel. Grande surpresa. Mas ser volúvel também cansa. Porque ninguém leva a sério alguém que passa a semana chorando pra ficar bem na semana seguinte. Como se fosse preciso ser feliz pra sempre ou triste pra sempre pra ser alguma coisa de verdade. Não quero mais a realidade comum. Isso é o que mais cansa, pra ser bem sincera. Tenho até arrepios de pensar num futuro escrito e óbvio nas prateleiras de gente sem sal. Só de saber o que vai ser de mim, já quero ser outra coisa. Uma coisa nova e diferente, pra quebrar o que é certo.

Já vi borboletas voarem faltando um pedaço da asa e rosas incríveis desabrocharem num copo com água. E é disso que me nutro pra acreditar que a meteorologia nem sempre está certa e que dias cinzentos podem ser prefácios de noites com sol.

quarta-feira, 6 de março de 2013


Eu sou assim, complicado é me manter apegado, eu enjôo de tudo tão fácil quanto me apego, e você sabe disso. Um dia conversamos sobre o “tipo” de pessoa que eu sou, a conclusão foi que existem 99% pelas quais eu posso me apegar, e apenas 1% que possa me prender, matutei isso por horas, passei a pensar seriamente que já devo ter chegado ao 99% de pessoas impróprias, relacionamentos frustrados, pessoas que não deram certo, é isso, me enjoaram, cansei, deixei pra lá. Acredito que você seja minha última cartada, tenho apostado todas as minhas fichas em você, não faço o tipo romântico e melação, mas contigo isso soa contraditório as vezes. Você diz que eu sou dificil de lidar, que te deixo confusa e isso nunca vai dar certo porque sou bagunçado demais, mas se liga, cheguei a minha ultima porcentagem, então vem, não precisa tentar me arrumar, só vive essa bagunça comigo.

Fortes são as garotas que choram antes de dormir, mas passam o dia inteiro com a droga do sorriso no rosto. Charlie Brown Jr.


Se quiser te busco. Se não quiser te roubo pra mim. Hoje. Agora. Te trago pra morar comigo. Na minha casa. No meu coração já mora e não há vendaval que é capaz de tirar. Te coloco nos meus braços e jamais sairá. Um amor como o seu tem que proteger, tem que cuidar, tem que ficar.

Um dia sozinha, tudo bem. Dois, três, uma semana. A coisa começa a borbulhar dentro de mim. Um mês, uma vida, já imaginou? Eu estouro! Preciso de uma vodka pra aguentar esses finais de semana sem ninguém. O computador já não basta. Companhia é de corpo. Corpo, alma, talvez vestido, talvez desnudo. O rádio já não basta, nem os livros. Nem eu mesma.

Se engana quem acha que o chorão morreu, uma lenda só morre quando ninguém se lembra, e tenho certeza que essa lenda será lembrada por muitas gerações.

“É tão estranho,
Os bons morrem jovens…”
 Legião Urbana 

Vamos viver, vadiar. O que importa é nossa alegria.

domingo, 3 de março de 2013


Um dia ele vai ser apenas um nome, um rosto, um grão de poeira, uma gota d’água no mar, algo insignificante. Algum dia você vai esquecer aquela noite, o cheiro do seu cabelo, e o calor da sua pele. E um dia você vai aprender á conviver com o sentimento que ele deixou trancafiado dentro do seu peito, á cada dia que se passar você vai aprender a transformar amor em saudade. Mas por enquanto, ele é apenas alguém que você quer esquecer e por alguma razão não descobriu como.

Não gosto de ficar em cima do muro, por isso tomo partido, tomo decisão. Minhas opiniões são fortes, assim como meu gênio. Tem vezes que sei ser bem ranzinza, principalmente se estou com alguma coisa entalada na garganta ou de saco cheio de alguma situação. Quando algo me desagrada fecho a cara. Ou fico muda. Sou irônica e implicante. Quando pego implicância, ninguém me segura. Nem eu.
Mais uma vez aguentei tudo calada. Porque qualquer coisa é melhor do que te ver incomodado com minhas atitudes. Mais uma vez engoli minhas dores pra você não precisar ter que aguentar o meu jeito insuportável de ser. Mais uma vez deixei de lado o que me machuca, pra te ver bem.

Antes eu achava que todo mundo era meu amigo. Um dia, depois de muito sentir um gosto amargo e horrível na boca, descobri que muita gente queria me ferrar. Sim, as pessoas querem (e vão, me desculpa, mas vão) te ferrar. Tem amigo que não suporta te ver feliz. Tem conhecido que não aguenta ver o teu sucesso. Tem amigo que não gosta de ver que o teu relacionamento está dando certo. Tem parente que sente um ciúme trouxa. Tem gente que não sabe o que é gostar. Tem gente que não respeita nada. Acredito no seguinte: o olho das pessoas que gostam de você sempre vai brilhar quando alguma coisa boa te acontece. Se ele não brilha, meu amigo, há algo errado no paraíso.
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Maturidade segundo o dicionário é ter consciência do que quer, saber definir, analisar, agir no momento certo. Eu ultimamente vejo tantas pessoas falarem sobre maturidade, sobre como elas evoluíram e como elas se julgam merecedoras de se enquadrar em tal conceito. Mas a maioria acaba de esquecendo que equívocos fazem parte da vida. Que erros as vezes vem para o bem. Que o ato de se permitir devia ser seguido como uma lei, pois nada mais importa do que o presente, porque o nosso tempo não volta. Que não devemos nos importar com que os outros pensam das nossas escolhas. Que não devemos deixar nos julgarem infantis só porque ás vezes nos permitimos um momento de nostalgia e voltamos a infância. Pra mim a verdadeira maturidade está no ato de aprender a ignorar. Ignorar os comentários alheios, o julgamento, o ego de certas pessoas que chegam sufocar quem tá perto. Maturidade é sim saber o que quer, mas também é saber quem você é, e que você não é melhor que todo mundo. Porque o mundo é grande o bastante para todos, o problema é que as pessoas estão sufocando umas as outras com julgamentos, equívocos e algo que eu chamo de ”síndrome de superioridade”
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Sabe qual é a triste verdade? As pessoas gostam do sentimento de saber que alguém corre por elas. As pessoas gostam de saber que tem o domínio sobre outra pessoa. As pessoas fingem precisar de quem não precisam, pelo simples fato de quererem se sentir amadas. As pessoas apaixonam umas as outras, sem a intenção de estar junto. As pessoas gostam dos finais, e fazem de tudo pra jogar a culpa do outro lado. A maioria não ama, faz amar. E nunca são o que se dizem ser.