
Um dia sozinha, tudo bem. Dois, três, uma semana. A coisa começa a borbulhar dentro de mim. Um mês, uma vida, já imaginou? Eu estouro! Preciso de uma vodka pra aguentar esses finais de semana sem ninguém. O computador já não basta. Companhia é de corpo. Corpo, alma, talvez vestido, talvez desnudo. O rádio já não basta, nem os livros. Nem eu mesma.
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