Eu odeio perder a razão. Odeio falar coisas que eu não devia; odeio ferir o sentimento de quem se importa comigo, odeio tentar ignorar, mesmo quando eu não devo. Odeio não controlar minhas lágrimas, meu sorriso, minha angústia, meu medo. Eu odeio ter saudade do que não foi, não é e nunca será meu. Eu odeio desejar um abraço, um beijo, um toque. Eu odeio a falta de capacidade de compreensão das pessoas; odeio a mágoa, o sentimento vazio. Odeio sentir meu coração apertado. Na verdade mesmo, eu odeio muitas coisas com as quais consigo viver; é um ódio bom. Um ódio que consome, mas que mantém em pé, viva
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