quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ei grandão, sabe quantas as vezes em que eu encostei na parede, pensando em como seria se estivéssemos juntos? Seria como criar o nosso próprio paraíso. Andar de skate todos os dias, e quando eu for cair, te levar junto para o chão, criando hematomas específicos como marca de amizades. Seria tão bom nos reunir da casa do outro, e passar a noite comendo pipoca e vendo filmes de comédia, jogando vídeo-game, tirando fotos insanas e fazendo guerras de travesseiro enquanto devoramos uma pizza. No meio da madrugada, iríamos para a varanda, começaríamos a cantar esperando que seus vizinhos reclamem tanto que até ameacem chamar a polícia ou a ambulância. Iríamos ser o que nós sempre quisemos, mas não podemos por causa dessa distância que acerca agente. Mesmo além disso tudo, eu sempre vou te amar. É sempre assim. Encosto a cabeça na janela do ônibus, sozinha, e penso como seria encostar minha cabeça em seu ombro, e sentir o vento batendo. E então, eu acabo adormecendo. Adormecendo de propósito, só para ter um daqueles sonhos tão insanos ao teu lado. Eu, mandando você olhar pra frente só para morder sua bochecha e sair correndo dos seus braços acolhedores. Ah, grandão, eu não consigo encaixar um fim nesse texto, assim como nosso sentimento, tão grande que parece que nem cabe no peito. Tantos apelidos, tantas bobagens, tantas brincadeiras… Para sempre.
“Porque quando você estiver sozinho e está frio sem ninguém para abraçar. Quando se sente perdido e não há lugar nenhum para ir. Quando estiver triste, não esqueça de pegar minha mão. Quando estiver mal, apenas lembre-se: Eu não vou deixá-lo ir”. 
(pequena hamster para o grande porquinho da índia)
Ei grandão, sabe quantas as vezes em que eu encostei na parede, pensando em como seria se estivéssemos juntos? Seria como criar o nosso próprio paraíso. Andar de skate todos os dias, e quando eu for cair, te levar junto para o chão, criando hematomas específicos como marca de amizades. Seria tão bom nos reunir da casa do outro, e passar a noite comendo pipoca e vendo filmes de comédia, jogando vídeo-game, tirando fotos insanas e fazendo guerras de travesseiro enquanto devoramos uma pizza. No meio da madrugada, iríamos para a varanda, começaríamos a cantar esperando que seus vizinhos reclamem tanto que até ameacem chamar a polícia ou a ambulância. Iríamos ser o que nós sempre quisemos, mas não podemos por causa dessa distância que acerca agente. Mesmo além disso tudo, eu sempre vou te amar. É sempre assim. Encosto a cabeça na janela do ônibus, sozinha, e penso como seria encostar minha cabeça em seu ombro, e sentir o vento batendo. E então, eu acabo adormecendo. Adormecendo de propósito, só para ter um daqueles sonhos tão insanos ao teu lado. Eu, mandando você olhar pra frente só para morder sua bochecha e sair correndo dos seus braços acolhedores. Ah, grandão, eu não consigo encaixar um fim nesse texto, assim como nosso sentimento, tão grande que parece que nem cabe no peito. Tantos apelidos, tantas bobagens, tantas brincadeiras… Para sempre.

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