sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Talvez eu, um café frio e amargo possa ser requentado e adocicado na medida correta. Talvez eu, aquele sapato velho e com o solado desgastado ainda sirva para aquecer teus pés. Talvez eu, aquele suéter com cores estranhas ganhado da tia avó possa proteger-lhe do frio e das demais coisas cabíveis, aconchegando e aquecendo-lhe entre meus braços. Talvez seja errado manter dentro de mim essa incerteza, que só resultam em olhos revirando-se por mais uma vez hesitar. Talvez haja talvez de mais em minha vida. Será possível excluir essa maldita palavra de meu mundo? Talvez sim, talvez não.

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