segunda-feira, 28 de maio de 2012

Atuando em uma vida nada comum, com um nome nada comum, com uma personalidade nada comum, com um aspecto nada comum. Uma capa diferente, que cobria o seu verdadeiro mistério. Um ar doce, uma repentina sequencia de palavras lúcidas, um brilho no olhar e uma forte mulher que por trás não se passava de uma garota delicada como ás pétalas de jasmim. Ao ir de encontro a ela você tinha uma vista privilegiada, um sorriso calmo, palavras complexas como se estivesse decorado um dicionário. Pequena garota, grande mulher. Nunca perdia oportunidades, não deixava de lacrimejar por estar presente em publico, não tinha medo de soltar o verbo quando estava sufocada de angustias. Ousadia, ela tinha isso como um grande adjetivo, aquela “boa-moça” ousava do seu atrevimento para conseguir se sustentar e não se abalar e simplesmente acreditava em si mesma, coisa que naqueles tempos era difícil de acontecer. Para ela não existia duvida, não havia obstáculos; Na verdade até havia sim, porém ela enfrentava de cara cheia todos os seus enigmas e não deixava se levar pela compaixão. A cada dia que passava ela riscava cada ícone de sua lista, e vivia mais e mais. Às vezes ela até podia ouvir ou ler coisas que a machucavam, mas seu pensamento tinha um alerta que a dizia que ela não poderia abaixar a cabeça, mas sim ela tinha que ouvir ás criticas e aprender com elas. Ela era aquela que preferia uma dose de chá do que um copo de bebida, que preferia inocência em algumas horas do que rebeldia, e que possuía um futuro incerto mas acreditava que tudo poderia mudar. Era uma garota comum como todas, porém ela fez isso mudar, fazendo tudo de diferente do que qualquer pessoa normal iria fazer. De tanto reclamar, ela cansou e viu que não dependia de um amor, de um poço de decepções, de amigos, de ninguém para ser feliz, ela descobriu que apenas precisava crer em si mesma.

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