terça-feira, 8 de maio de 2012



Eu devo ser maluca. Devo precisar tomar remédios. […] Só eu que percebi que o tempo está se passando e nada muda? Não adianta, não há lutas capazes de fazer essa rotina parar. Não há sobre o que escrever, não tem mais sentimentos. Mesmo sendo verdadeiros, hoje lhe informo que se esgotou. Eu preciso de novas aventuras, crescer. Apreciar o novo, saber o que é novo. Preciso de uma nova rotina, de uma nova história. Preciso descobrir quem eu sou. […] Não dá mais para escrever sem certeza do que escrevo. Não dá mais para dizer frases clichês e simplesmente a rotular de sentimentos. Lhe informo, hoje já está tarde para procurar um novo. Talvez pessoas novas, talvez viver. Talvez sorrir mais. Talvez sair na rua e gritar, saber como é a sensação e dali, escrever. Ou simplesmente sentir orgulho de algo ou alguém, e escrever. Parar com dores, medos e incertezas. Parar de pensar duas vezes antes de se aventurar em novos sonhos. Parar de ter medo de escalar uma montanha de medos. Achar novos defeitos, e novos motivos para sorrir. Se aventurar no errado e no nada promissor. […] Simplesmente viver. Disso que preciso.

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