
“Eu não nasci para seguir padrões, obedecer regras e abaixar a cabeça para aqueles que se julgam superiores. Eu sou uma espécie de ponto de interrogação, gosto de questionar. Não aceito ordens, sem explicações. Não faço o que os outros querem e sim o que julgo certo. Parte de mim gosta de ser transgressora, gosto de exceder e ultrapassar. Não obedeço ordens, sem concordar com as mesmas. Tenho personalidade própria e opinião formada sobre o que eu quero, ou às vezes, nem tanto. Sou um tanto quanto indecisa, mas quando tomo uma decisão, é definitiva — ou talvez, nem sempre — Não sou completamente decidida, mas não sigo influências e conselhos. Sei escutar a opinião alheia, mas infelizmente ou felizmente, ainda não aprendi à segui-las. Sou completamente subversiva, não que eu seja revoltada e transtornada com a vida, só gosto de questionar. Eu vivo nas margens, ultrapassando os meus limites; Sou uma espécie de marginal que não comete delitos. Posso até parecer calada, mas o meu silêncio diz mais que muitas palavras vazias. Posso parecer tímida, mas se algo me afligir, gosto de debater. Ainda não, mas posso ser uma espécie de ameaça para a sociedade. Não aceito o que eles impõe, mas ainda não digo nada. Faço a minha parte para o mundo ser bem melhor, mas enquanto ninguém fizer nada, tudo vai ficar na pior. Por enquanto só observo, mas quando eu decidir realmente falar, estará pra nascer alguém que me faça calar!”
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