
Esperava sim, por alguns reencontros. Algumas oportunidades para falar. Outras chances para lembrar. Isso é meio estranho, admito. Você passa anos para esquecer-se de alguém, enquanto, ao mesmo tempo, cria diálogos e espera, por um dia qualquer, sentados em um banco de praça, rindo como se nada tivesse acontecido, como se ninguém tivesse partido.
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